quarta-feira, novembro 01, 2006

Too much information (vide processing information)

I'm close to a meltdown. My head aches. Too much information for such a numbded skull. Friends that are very hurt in hospital. The coming decision of a possible second operation... New friends that say they're in love and i don't want to hurt. Co-workers that ignore me because they're falling in love and that i don't give 2 shits about, but the workplace is loaded with a darkness that weighs upon me daily. Give me a break. Tired of childishness...

A psichologist that seems to need a little bit of help himself is giving us formation every Tuesday... Hate the lack of humbleness. The not respecting what each one feels or thinks without knowing the backround. Arrogant bastard! Crazy people. Aren't we all a bit banana's?

I really do hate having someone see me inside out without my consent. If i'm to be analized, I do think i have a say in the matter. Hate the feeling of being emotionaly "undressed" by someone i don't know and don't trust. That second guesses everything i say and does not agree with MY OPINIONS.

I might have very little left in my psique but my opinions are still mine and no one has the right to tell me I can't think the way i do. Unless, of course, Eduardo, people i respect and adore in which i trust and don't mind "undressing" myself for their apreciation.

Anyway i'm overloading and tired. Too many schemes around me. Too many whipers and laughter. Not concerning me, but, HEY!, we see in the back of others our own.

Tirsom to be seen as a lovebale object when i'm not prepared or do not want to love... Damn! So tired. So alone...

No! I'm not depressed. At least my brain is coming alive slowly but surely. But it hurts. I mean phisicaly hurts. I get headaches from all the thoughts I have to process at once. Got to get used to the big wheel again,i guess.

System overcharging... Meltdown eminent...

4 comentários:

Claudiodelete disse...

Ola nina... quero só lembrar-te que o sol nasce todos os dias, mesmo que quando não nos apetece... e o nosso estado de espírito embora possa ser influenciado, em última análise depende sempre de nós próprios...quando decidimos ser felizes somos mesmo e mais nada!! Tu devias ser feliz, pareces ser uma pessoa que merece ser feliz e só precisa de aprender a ser... A unica coisa que posso dizer-te é: usufrui das coisas que só tu tens todos os dias e muitos gostariam de ter também...como a tua companhia, a tua beleza, o teu ser no fundo! E depois ainda podes gozar todas a que não são exclusivas: como o sol, o mar, os sorrisos dos estranhos na rua, o odor dos livros novos, sei lá...são tantas...mas tantas... e estão por todo o lado!!! Só tens de abrir os teus olhos lindos e ver a vida com mais simplicidade :-) beijos enormeeeeeessssssssssss

cristina disse...

Olá lindo. Infelizmente nunca fui sentimentalista no k se concerne àquilo que nos rodeia. Mto pco de exterior me toca senão se for vivido com alguém a meu lado. Essa necessidade de partilha é-me inata e por mto k lute contra ela, parece k o mundo n merece ser visto se n houver o refelexo daquilo que vejo nos olhos de quem gosto. Seja amigo ou companheiro.
Mas companheiro comoporta esse significado mm. Por mta cumplicidade que tenha com amigos, a forma como me dou a quem amo é completamente diferente e logo aí tenho a necessidade de ser cumplice, de partilhar os pequenos e grandes momentos com alguém senão parecem-me ocos. É engraçado, raramente me lembro de situações pela sua beleza ou pela sua exclusividade. Lembro-me das sensações que me provocou partilhar-lhas com alguém. Enfim, sou um pessoa dependente do olhar dos outros... Por mto que tente, n me consigo desprender desta maneira de ser... Mto gostava de ser narcisista como o meu pai me acusou de ser. São seres mto mais felizes, pois a vida deles, chega-lhes. A minha parece inútil sem o envolvimento de outros. Sorry, sei k n és nada assim e k vives perfeitamente feliz ctg próprio. Eu n. Nunca vivi. Nunca gostei da minha companhia...

^vVv^ disse...

Avidez, Digestões e Congestões:

Adoro cerejas!
As primeiras cerejas do ano devoro-as sofregamente, uma a seguir à outra, duas, três ao mesmo tempo, caroços, ramos, tudo - estão a acabar - escorre-me sumo escarlate pelos cantos da boca.
Demasiado entrou. Quase como punição, as minhas entranhas rejeitam o deleite do meu vício. Fico triste, porque gosto tanto de cerejas, e queria conseguir fazer a digestão de todas, do máximo que conseguisse - serei demasiado fraco?.
Se calhar, da próxima vez que me aparecerem cerejinhas serei mais comedido - não será o prazer um deleite para saborear lentamente? Aliás, uma cereja, em princípio, sabe ao mesmo que várias cerejas. Vou tentar comer, apenas, as cerejas que quero - desculpem, essa não quero, esta também não; tenho muita pena, obrigado! mas quero ESTA, não leve a mal. Descubro que só tenho prazer em comer cerejas se apenas comer as que quero... e às vezes quero tantas - desculpem mas estou um pouco indisposto... comi demasiadas cerejas!

Abraços congestionados!

cristina disse...

Olá Eduardo... Sim, anal... Eu sei. Mas que queres? è-me dificil despegar-me de coisas inerentes em mim, que n repudio. K aliás me orgulho de ter...A minha vida n me chega. Nunca chegou. Quer fosse com amigos, ou namorado, sempre tive necessidade de ter mais pares de olhos ao meu lado.É assim tão mau? Afinal de contas, se n houvesse ninguem na sociedade, nos nem sequer saberiamos k existimos, n é?