quarta-feira, junho 11, 2008

Love! Love. Love?

To hell with love! To hell with feelings and everything they “bestow” upon us!
How can in be seen as a blessing when all I feel is pain? To be scorned, humiliated and infantilized for feeling the way I do! I can’t help it! If only I could! Things wouldn’t be so dark at times…

“Love, love, love -- all the wretched cant of it, masking egotism, lust, masochism, fantasy under a mythology of sentimental postures, a welter of self-induced miseries and joys, blinding and masking the essential personalities in the frozen gestures of courtship, in the kissing and the dating and the desire, the compliments and the quarrels which vivify its barrenness.”
Germaine Greer

3 comentários:

Maria do Carmo Cruz disse...

Então, minha Renard pequenina? Às voltas com aquela facada no peito, com aquele pensamento fixo, com aquela vontade de desligarmos o Tempo e acordarmos quando tudo estiver sarado? Seria bom, mas não seria viver. E nós estamos aqui para viver. Vou postar, para ti, um conto que uma Amiga do coração me mandou. Lê-o com calma. E VIVE, minha Querida! Se for preciso, faz como fiz: Encaixilhei numa moldura de acrílico esta frase, de maneira que estivesse sempre a vê-la: "Ainda um dia me hei-de rir disto!".
Beijo Amigo da Avó Pirueta

Marta disse...

Oh, minha querida, então???
Vamos erguer a cabeça e caminhar???
Eu sei que é difícil, já passei pela mesma situação, mas não podes desistir...
Vive os momentos, faz o que te dá verdadeiramente prazer...
Já sabes, vem tomar chá comigo...
Beijos e abraços
Marta

BC disse...

Love, love, love.
Haverá palavra mais bonita!
Então espalhemos o amor, ele está em nós, nos nossos actos todos os dias se o quisermos.
Beijinhos carregados de afectos
BC